Gianecchini e a volta por cima
Publicado em: 15/08/2012 às 8h13
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Reynaldo Gianecchini participou nesta terça-feira, 14, da 38ª edição do Conarh (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), segundo maior evento mundial de recursos humanos, em São Paulo. O ator esteve no estande da Catho, site de classificados de currículos e vagas de emprego, como embaixador da marca.

Com a doença, ele passou a enxergar a vida de forma diferente. "Viver o dia a dia com tranquilidade, prazer, sem estresse, curtir tudo que eu estou fazendo, olhar com olhar humano as coisas, com afeto, olhar a beleza das coisas, ver diversão, sem colocar muito estresse, sem colocar peso nas costas. Eu sou a mesma pessoa, mas com um olhar mais apurado na vida, com as pessoas que estão comigo, meus amigos. Claro, temos que fazer o trabalho, mas tem que ser divertido", contou.

Os cabelos - que cresceram encaracolados após o tratamento - ainda rendem surpresas. "Parece que veio na hora certíssima para o trabalho na novela Guerra dos Sexos, quando eu cheguei no set o Jorginho (o diretor da novela, Jorge Fernando) pirou. É a cara do meu personagem esse cabelo, casual, meio desleixado, ele é bonito, mas sem perder tempo se cuidando... É o maior barato e eu estou adorando. As pessoas brincam dizendo que agora vou ver o que é ter cabelo ruim, mas eu estou curtindo. Meu cabelo sempre foi liso, mas está nascendo assim por causa da quimioterapia. Acho que ele vai voltar ser liso em algum momento, aí não sei o que vou fazer", pensou.

O ator disse que curtiu a receptividade ao chegar na feira, o primeiro grande evento que participa depois do fim do tratamento contra um câncer. "É sempre bacana, as pessoas são carinhosas comigo. Eu recebo tanto carinho, tenho recebido o tempo todo e eu adoro estar com gente. Tenho ouvido muito na rua, as pessoas me param, dizem que torceram muito, o quanto foi importante o meu otimismo, acho o maior barato isso. Estou sempre aberto para conversar com as pessoas", afirmou.

Giane disse que sua biografia, em realização pelo escritor Guilherme Fiúza, não será só sobre sua luta contra um câncer. "O livro não tenho muito a falar. A obra  não será sobre a minha doença, mas sobre as viradas da minha vida. Tudo que aconteceu para chegar aonde eu estou, desde que sair de Birigui (interior de São Paulo), mas não será um livro de autoajuda. Vai contar as viradas mesmo da minha vida".

Fonte: EGO


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